Bom dia, eu me chamo Aldrin Iglesias e aqui estarão fotografias e textos realizados por mim. É que eu sou fotógrafo e também gosto de ler.
segunda-feira, 18 de outubro de 2021
18 de outubro 2021
domingo, 17 de outubro de 2021
Pouquinho do Alfredo
POUQUINHO DO ALFREDO
Li o capítulo dedicado a Alfred Adler em “Teorias da Personalidade”, de James Fadiman e Robert Frager. Preciso esclarecer que comecei aqui com William James e Alfred Adler por causa da recomendação do meu amado autor Will Durant. Mas gostei tanto do estilo do James e do Robert que vou ler o livro todo em algum momento.
Trabalho, Amor e… e… Qual era o terceiro elemento? Ah, amizade! É preciso ter amigos. Uma inteligência que seja social. Importância dos primeiros anos da infância e das primeiras coisas que você costuma lembrar.
Uma coisa curiosa aqui é que Alfred Adler era meio subestimado por não ser um bom escritor. Investia mais na oratória (gostava de palestrar), mas os livros dele usavam uma linguagem simples “demais” aí os outros achavam ele meio simplório. (risos) É o poder das modas intelectuais. Mas depois Adler recuperou a fama e hoje em dia imagino que ele tenha ficado entre os maiores da área da psicologia e psicanálise.
sexta-feira, 15 de outubro de 2021
Pouquinho do William
Água calma referências não
ÁGUA CALMA REFERÊNCIAS NÃO
LUND/DIEPHUIS e sua fotografia (EC6100-001)
stone® da getty images™
gettyimages.com/stone
Antes de pular nesta piscina preciso procurar “Lund/Diehuis” pela rede mundial de computadores. Este nome merece isso.
Achei algumas coisas. Aqui http://blog.johnlund.com/2010/06/travel-and-lifestyle-stock-shooter-sam.html temos o John Lund entrevistando o Sam Diephuis. É em inglês e vou ter que traduzir mais tarde para poder entender. Faço questão. Tem algumas fotografias ali na página, como você pode ver; mas não a fotografia descrita aqui. Olhei um pouco a página da Getty Images para mais informações e não achei esta página muito fácil de navegar, mas ela merece uma segunda chance. Mas a primeira impressão foi forte e negativa.
- A fotografia, Aldrin, a fotografia!
Não é uma piscina, apesar da escadinha e do do do… desk… não, não, é “deck”. Tem uma escadinha (vemos a sua parte de cima) e um pedaço do deck. Esse pedaço do deck não é muito bonito. A parte natural, aquática e atmosfera, é mais bonita parte da fotografia. É um lago, imagino. Pode ser um “pedaço” do mar entrando, mas a terra ali ao redor sugere-me mesmo um grande lago.
E é tudo tão quieto. Na água nenhum movimento. Nenhuma ondinha, peixe, nada nada. Nenhuma pessoa. No ar não tem pássaro e nem nuvem. O sol só indiretamente. Pode ser porque a fotografia aconteceu muito tarde ou muito de manhã. Mais de manhã, se nesse lugar tem festa… Se tem festa a festa vai até tarde... É de manhã. É preciso escolher, a vida exige isso da gente. Foi de manha, o meu voto. O resto é alguns morros e uma vegetação razoavelmente fechada. Não me chamou a atenção esta vegetação. Também porque é uma parte escura da fotografia.
Agora a parte psicológica da coisa: essa fotografia me fez lembrar do estilo arquitetônico de fotografia conhecido como “fotografia objetiva”. É o que o nome sugere: frieza, exatidão, sem humanos… Eu gostei deste estilo de fotografia por causa da áurea de mistério que elas sugerem. Qual era o nome, John Hedgecoe? Paul Strand, rever o Paul Strand. A partir do Paul, ver os outros. (O novo manual de fotografia, de John Hedgecoe. Traduções de Assef Nagib Kfouri, Alexandre Roberto de Carvalho e Eric Yamagute Pereira. Quantos tradutores para um livro razoavelmente curto (menos de 500 páginas), hein? Mas é um livro técnico e consagrado. O que me faz lembrar da afirmação do Millôr Fernandes sobre a arte de traduzir: a obra difícil de traduzir não é o que a gente pode pensar… Editora Senac, São Paulo, 2005, 4a. Edição revista e atualizada.)