Bom dia, eu me chamo Aldrin Iglesias e aqui estarão fotografias e textos realizados por mim. É que eu sou fotógrafo e também gosto de ler.
domingo, 20 de agosto de 2023
sábado, 19 de agosto de 2023
Alfred Adler 9 de 17
Alfred Adler 9 de 17
Erram o alvo: em vez de
trabalhar pela sociedade, trabalham pelo sonho falso de grandeza pessoal a
qualquer custo. Não confiam que sejam capazes de trabalhar coletivamente. O
sentimento de inferioridade predomina e leva à frustração constante e isso está
na origem do motivo de errarem o alvo.
É o caso de erguer a cabeça
e olhar para frente, para os outros; e não ficar fixado no umbigo marcado por
traumas do passado.
Livremente inspirado em “Alfred
Adler e a Psicologia Individual”, capítulo 3 de Teorias da Personalidade,
livro de James Fadiman e Robert Frager (Traduções de Camila
Pedral Sampaio e Sybil Safdié; com a coordenação de Odette de
Godoy Pinheiro, 1979, São Paulo, Editora: Harbra Editora Harper & Row
do Brasil Ltda).
Lembrando
que começo com William James e Alfred Adler por causa do meu
amado Will Durant (Filosofia da Vida e Os Grandes Pensadores).
sexta-feira, 18 de agosto de 2023
De nada Nada
De nada Nada
Eu não sei explicar o que eu
aprendi com este poema do Paulo Leminski,
não sei. Consigo apenas transformar o trem em desejo: queria assistir o Paulo Leminski conversando com o
filósofo alemão G.F. Leibniz sobre o
fato das coisas existirem em vez do nada.
As coisas existem!
Mas pobre nada, que só existe
quando a gente fala dele! Deve se consolar como o coitado do nada? Nada pode
nos parar e nada é impossível. Mas nada pode ser. Acho que outras e outros já falaram
assim... assim do nada, como eu entendem? Eu beijo nada, confesso.
Pensando que nas
universidades durante a semana inteira saem balões de nada o tempo todo durante
as discussões metafísicas? Pensando que nas nossas conversas informais
colocamos tanta coisa no nada, como quando a gente diz que nada vai dar errado
ou nada é.
Aprendendo com os poemas do Paulo Leminski.
quinta-feira, 17 de agosto de 2023
Tudo
Tudo
A chuva parou então as
pessoas tiveram que começar, - elas mesmas, - a molhar as suas pernas, as
calças, seus tênis e sapatos. Para que os passos continuassem molhados como
antes e as ruas pesadas também como antes. Como quando tinha chuva, mas a chuva
parou. Tudo continua como antes, mas me pergunto sempre quando a chuva vai
voltar. Tudo continua como antes, mas ainda faço perguntas. Que perguntas a
fazer se tudo continua como antes? A chuva parou e estamos aqui, igual ontem.
Aprendendo com os poemas de Paulo Leminski.