domingo, 17 de outubro de 2021

Pouquinho do Alfredo

 

POUQUINHO DO ALFREDO


Li o capítulo dedicado a Alfred Adler em “Teorias da Personalidade”, de James Fadiman e Robert Frager. Preciso esclarecer que comecei aqui com William James e Alfred Adler por causa da recomendação do meu amado autor Will Durant. Mas gostei tanto do estilo do James e do Robert que vou ler o livro todo em algum momento.


Trabalho, Amor e… e… Qual era o terceiro elemento? Ah, amizade! É preciso ter amigos. Uma inteligência que seja social. Importância dos primeiros anos da infância e das primeiras coisas que você costuma lembrar.

Uma coisa curiosa aqui é que Alfred Adler era meio subestimado por não ser um bom escritor. Investia mais na oratória (gostava de palestrar), mas os livros dele usavam uma linguagem simples “demais” aí os outros achavam ele meio simplório. (risos) É o poder das modas intelectuais. Mas depois Adler recuperou a fama e hoje em dia imagino que ele tenha ficado entre os maiores da área da psicologia e psicanálise.

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Pouquinho do William

POUQUINHO DO WILLIAM

Li o capítulo dedicado a William James em “Teorias da Personalidade”, de James Fadiman e Robert Frager. Foi maravilhoso! 

Foi maravilhoso. Força de vontade, concentração, possibilidade de aperfeiçoamento, hábito… Mas principalmente um autor novo e mais uma vez a sorte e bênção de ler um texto bem escrito.

Não é a primeira vez que leio algo de psicologia e psicanálise, eu já tinha lido na época da faculdade “Por que tenho medo de lhe dizer quem sou”, do John Powell; e anos mais tarde “Síndrome de Peter Pan”, de Dan Kiley
A gente não passa por este tipo de texto impunemente, mas desta vez eu não sangrei tanto. Saí de cabeça erguida e com esperança.

Água calma referências não

 

ÁGUA CALMA REFERÊNCIAS NÃO

LUND/DIEPHUIS e sua fotografia (EC6100-001)

stone® da getty images™

gettyimages.com/stone


Antes de pular nesta piscina preciso procurar “Lund/Diehuis” pela rede mundial de computadores. Este nome merece isso.

Achei algumas coisas. Aqui http://blog.johnlund.com/2010/06/travel-and-lifestyle-stock-shooter-sam.html temos o John Lund entrevistando o Sam Diephuis. É em inglês e vou ter que traduzir mais tarde para poder entender. Faço questão. Tem algumas fotografias ali na página, como você pode ver; mas não a fotografia descrita aqui. Olhei um pouco a página da Getty Images para mais informações e não achei esta página muito fácil de navegar, mas ela merece uma segunda chance. Mas a primeira impressão foi forte e negativa.


- A fotografia, Aldrin, a fotografia!

Não é uma piscina, apesar da escadinha e do do do… desk… não, não, é “deck”. Tem uma escadinha (vemos a sua parte de cima) e um pedaço do deck. Esse pedaço do deck não é muito bonito. A parte natural, aquática e atmosfera, é mais bonita parte da fotografia. É um lago, imagino. Pode ser um “pedaço” do mar entrando, mas a terra ali ao redor sugere-me mesmo um grande lago.


E é tudo tão quieto. Na água nenhum movimento. Nenhuma ondinha, peixe, nada nada. Nenhuma pessoa. No ar não tem pássaro e nem nuvem. O sol só indiretamente. Pode ser porque a fotografia aconteceu muito tarde ou muito de manhã. Mais de manhã, se nesse lugar tem festa… Se tem festa a festa vai até tarde... É de manhã. É preciso escolher, a vida exige isso da gente. Foi de manha, o meu voto. O resto é alguns morros e uma vegetação razoavelmente fechada. Não me chamou a atenção esta vegetação. Também porque é uma parte escura da fotografia.


Agora a parte psicológica da coisa: essa fotografia me fez lembrar do estilo arquitetônico de fotografia conhecido como “fotografia objetiva”. É o que o nome sugere: frieza, exatidão, sem humanos… Eu gostei deste estilo de fotografia por causa da áurea de mistério que elas sugerem. Qual era o nome, John Hedgecoe? Paul Strand, rever o Paul Strand. A partir do Paul, ver os outros. (O novo manual de fotografia, de John Hedgecoe. Traduções de Assef Nagib Kfouri, Alexandre Roberto de Carvalho e Eric Yamagute Pereira. Quantos tradutores para um livro razoavelmente curto (menos de 500 páginas), hein? Mas é um livro técnico e consagrado. O que me faz lembrar da afirmação do Millôr Fernandes sobre a arte de traduzir: a obra difícil de traduzir não é o que a gente pode pensar… Editora Senac, São Paulo, 2005, 4a. Edição revista e atualizada.)

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Cúmulo da ajuda

 

CÚMULO DA AJUDA

ANGELA WYANT e sua fotografia (891870-001)

stone® da getty images™

gettyimages.com/stone


É muito mar para o meu ser mineiro não ficar poeta. Quer dizer, tento descrever/sobrevoar essas fotografias todas para treinar as minhas habilidades narrativas, descritivas. Para um romance que nem sei se existe no futuro. Bom, mas vamos lá. Sou mesmo exagerado.


Tem muito humano, tem muita vida; mas também não tem. Quer dizer, é apenas uma faixa fininha fininha na parte inferior desta fotografia. O resto tudo é mar e céu e nuvem. Mas lá nesta faixa fininho deve ter terra, verde, zebras ou talvez até alguém que como eu não sabe até hoje qual é a sua missão no planeta Terra e por isso tem tanto tanto medo. E não sabe qual é a sua missão na Terra porque essa pessoa é bastante surda.

A maior parte da fotografia da Angela Wyant é água: uma grossa faixa de mar e dois terços de puro céu e no centro deste céu ali vemos uma nuvem cúmulo-nimbo. É engraçado; eu não sei o que fazer de minha vida, mas sei que aquele algodão gigante é uma cúmulo-nimbo.

Nuvem e Angela, vocês podem me ajudar?