terça-feira, 28 de junho de 2022

Eu sendo muito Eu

 Eu achei a revista Guitar Player em que a Badi Assad foi matéria de capa. É de fevereiro de 1997. 1997, aliás, foi quando comecei a ficar depressivo até parar em 1999.Se é que parei. Mas onde eu estava? Ah, sim, não atualizei o texto que ia atualizar depois de achar a revista. Estou com preguiça, sou vagabundo e estou com raiva por sentir medo medo demais. Além do mais perdi muito tempo assistindo vídeos de pessoas estranhas assistindo pela primeira vez o videoclipe "The Show must go on", do Queen.

Agora pausa.

É um tipo de vídeo muito popular no YouTube: "react" ("reação" em inglês). As pessoas se gravam assistindo alguma coisa pela primeira vez. As vezes é até um filme inteiro (mas aí é só alguns pedaços que eles colocam como vídeo react). Psicologicamente é algo que se soma a mais uma evidência da luta contra a solidão nesse mundo de massa oprimida e opressora. 

Tem outro tipo de vídeo e que é parente do "react", mas ali nem sempre a cara da pessoa que faz o vídeo aparece. É assim, a pessoa, homem ou mulher, coloca a câmera na altura do olhos e filma o que esta fazendo: o que, no caso, é viajando de carro ou de van, sozinho, e dormindo enquanto chove forte ou neva gelado lá fora. Aí as pessoas capricham na atmosfera: o microfone são potentes e você ouve as gotas pesadas de água batendo pelo lado de fora no vidro do carro ou van, enquanto também você ouve talheres preparando o jantar e o barulho do pequeno fogão e et. e etc. e etc. É interessante pensar na natureza do apelo deste tipo de vídeo. Os espectadores querem estar no lugar da pessoa que fez o vídeo.

Pausa importante.

Querem estar no lugar da pessoa que fez o vídeo. Não era para ser também estar com a pessoa que fez o vídeo? Não sei se as pessoas que fazem este tipo de vídeo falam muito sobre si mesma para motivar alguém a querer estar do lado delas. Eu não sei.

Ah sim, continuo e continuo fã e assistindo vídeos da família "BackRooms". 

segunda-feira, 27 de junho de 2022

Sonhar Sonhar

 É admirável como os estadunidenses dominam a arte cinematográfica como poucos povos. Eles sabem fazer documentários atraentes, por exemplo. Acabei de assistir ao encantador "Breslin e Hamil, As Vozes de Nova Iorque" ("Breslin and Hamill: DeadLine Artists", 2018, Jonathan Alter, John Block, Steve McCarthyGeof Bartz e etc.). Gostei muito muito. Ele passou em um dos canais da Família HBO Brasil hoje um pouco depois do almoço ( https://www.hbobrasil.com/ ). Infelizmente as legendas eram automáticas, então, como acontece na maioria das vezes, elas falharam e no geral não eram tão fiéis assim. Mas tudo bem, no conjunto as legendas foram aprovadas.



Jimmy Breslin (1928 - 2017) e Pete Hamill (1935 - 2020) foram jornalistas que retrataram bem as ruas simples de Nova Iorque e souberam defender uma visão liberal progressista no todo. Pequenos personagens retratados de maneira grandiosa e grandes momentos narrados de maneira próxima. Muito bom. Em geral esse tipo de jornalista e história é caracterizado como "época romântica", mas os próprios entrevistados do documentário afirmam: os pequenos jornais de bairro sofrem, mas toda a imprensa escrita vai reerguer-se pois é do humano continuar ao redor da fogueira ouvindo e contando histórias. (Metáfora essa, brilhante, foi usada no documentário pela famosa escritora, feminista e jornalista Gloria Steinem). Mesmo assim o coração aperta no final do documentário. Por exemplo: redações com poucos jornalistas e silenciosas. Mais gente para ter mais histórias diferentes se conhecendo e conversando. Esse trem das redações (de jornalismo imprensa, rádio, televisão...) vazias ser ruim é algo que praticamente todo jornalista reclamava durante todo o meu curso de jornalismo.



E eu? Como vai o meu jornalismo? Não visito o site do Lúcio Flávio Pinto, o maior jornalista do Brasil, há muito tempo. Meu jornalismo é aqui e nos comentários do YouTube? É tão pouco. Inspiração e ombros para apoiar-me existem.

Lúcio

https://lucioflaviopinto.wordpress.com/

https://amazoniareal.com.br/author/lucio-flavio-pinto/ 

Mas sempre é tempo de recomeçar.

Ovelha se salvou

 Não descobri que a água molha, descobri o canal dos Três Patetas no YouTube. Não era óbvio ter procurado antes? Mas eu sou mesmo uma marmota.

Feliz demais, inebriado até; tinha que vir aqui para dizer isso. Desculpem.

http://www.threestooges.com/ (Meu navegador de internet reclamou e disse que o site não é seguro, mas não o bloqueou. O meu antivírus não se manifestou. Acho que está tudo bem.) 

https://www.youtube.com/user/watchthreestooges

https://web.facebook.com/thethreestooges?_rdc=1&_rdr 

https://twitter.com/thethreestooges 

https://www.instagram.com/thethreestooges/


domingo, 26 de junho de 2022

Teoria do Valor da Palavra

 Procurei a revista e não a encontrei. Não estava onde ela devia estar, mas depois me ocorreu onde ela poderia estar. Por causa da bagunça e organização só vou poder encontrá-la amanhã.


Agora um pequeno grande comentário. Uma pequena grande felicidade. Fiz dois comentários em um canal famoso do YouTube, o canal Buenas Ideias; do jornalista e escritor Eduardo Bueno. E nesses comentários fiz propaganda do meu amado, e professor dos professores, Luís da Câmara Cascudo. Os comentários tiveram um número razoável de "likes" (quando alguém que tem uma conta no YouTube aprova o seu comentário). Acho que posso ter feito alguém interessar-se pela mistura do Sol sobre o Rio Grande do Norte com o Luar sob o Rio Potengi. Poucas vezes eu fiz tanto por merecer meu diploma de jornalismo!

Gratidão.

Uma semana iluminada para você, sua família e amigos.


Eduardo.

 https://www.youtube.com/c/BuenasIdeias

https://www.instagram.com/buenasideias/

https://open.spotify.com/show/7IXds6dtOm6aBj1ECUcDAh