terça-feira, 22 de novembro de 2022

Bedřich Smetana - Vltava, The Moldau

William James 4 de 36

 

William James 4 de 36


Esta lição é tranquila, mas dependendo do moral seu de momento a lição pode ficar melindrosa. É simplesmente lembrar que nós humanos estamos sempre mudando. Olhamos para trás e nos surpreendemos com nós mesmos. As vezes a surpresa é radical: aquele era realmente eu? Eu? Pode assustar quando refletindo sobre isso você olhar para frente, futuro: você pode garantir que jamais fará algo medonho? Mais motivo para ser humilde antes de querer julgar as pessoas.


Livremente inspirado em William James e a Psicologia da Consciência, capítulo 6 de Teorias da Personalidade, livro de James Fadiman e Robert Frager (Traduções de Camila Pedral Sampaio e Sybil Safdié; com a coordenação de Odette de Godoy Pinheiro, 1979, São Paulo, Editora: Harbra Editora Harper & Row do Brasil Ltda).



Lembrando que começo com William James e Alfred Adler por causa do meu amado Will Durant (Filosofia da Vida e Os Grandes Pensadores).




10 de novembro de 2022

Esqueci de um bom exemplo de guerra de propaganda. Como o jornalismo da Rádio Itatiaia, principal emissora de rádio de Minas Gerais e que sempre defendeu o Governo Bolsonaro, noticiaria o relatório das Forças Armadas sobre as urnas eletrônicas? Em geral eles foram discretos e ambíguos, levemente inclinados ao Governo Bolsonaro no Jornal da Itatiaia. A comentarista de economia, protetora de Bolsonaro, foi discreta e breve; dizendo apenas que “como sempre desde o início” defende o “aperfeiçoamento” e o ‘progresso”. Ela não mencionou o sistema misto com voto impresso por receio? (risos) Na guerra de propaganda convém as vezes você recuar, ser mais discreto. Imagine uma eleição muito disputada, colégios eleitorais em pontos distantes… Ah…

domingo, 20 de novembro de 2022

Brasil e Rússia: futuros

 

Brasil e Rússia: futuros


Paralelos Brasil-Rússia? Por quê não? Por quê sim? É difícil entender o Brasil, então toda a ajuda é bem-vinda. A Rússia está mais perto do que poderíamos imaginar.

Então vamos direto para o século XIX: servidão na Rússia imperial, escravidão no Brasil imperial; conservadorismo e modernismo dançando dramaticamente; surge o século XX: industrialização desorganizada pois impulsiva; violência e perspectiva melancólica quanto ao futuro. Triste não é? Apesar do valor de seus povos, tanto o Brasil quanto a Rússia ainda tem muita dificuldade de encontrar o caminho para justiça e modernidade.

Putin, ex-KGB, mal vira presidente e promove massacres na Chechênia. No Brasil a guerra é interna, contra a educação e justiça social. Não há paz no Brasil e hoje, fins de 2022, vamos além da pobreza e agora até a estrutura do Estado de Direito está se sentindo doente. Estradas bloqueadas em manifestações violentas por quem não aceita o resultado das eleições.

Texo livremente inspirado na leitura de Brasil e Rússia, países do futuro; do historiador Luiz Felipe Alencastro. Revista Veja, 29 de março de 2000.

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Gal e Rolando

 

Gal e Rolando


Esqueci, esqueci da memória afetiva. Aquele detalhe pequeno que não é detalhe pequeno, aquela coisa boba que não é coisa boba. A memória afetiva.


Da Gal Costa? Eu cantarolando “Folhetim” numa versão masculina: “Se acaso me quiseres / Sou desses homens que só dizem “sim” ...”.

Eu estava em um restaurante jantando com uma mulher. Acho que era a primeira vez. Caramba!, só agora me ocorreu isso! Bom, deixa pra lá. Onde eu estava? 2017, o ano que partiu minha vida ao meio. Frustração amorosa. 


Com Rolando Boldrin? Eu nunca assisti ao programa dele completo. Meu máximo foi ele recitando um poema como cortina abrindo para a Lívia Nestrovski cantar “Saudade mata a gente”. Com Arthur Nestrovski ao violão. O vestido da Lívia, as pessoas idosas na plateia. Por quê tanta nobreza não me conquistou e eu não assistia “Senhor Brasil” regularmente a partir deste vídeo achado no YouTube? Eu não sei. Sei agora que fui tolo.

Bom, bom. Minha memória afetiva com Rolando Boldrin é eu assistir aos comerciais de uma marca de cimento em que ele era garoto-propaganda. Não lembro do nome da marca de cimento, não lembro o ano. Lembro que era há muito muito tempo. E era uma propaganda gostosa de assistir também. Rolando tinha aquele carisma de vovô simpático que te faz sorrir fácil. Por quê tanta nobreza não me conquistou? Rolando, desculpa eu não ter assistido mais ao programa Senhor Brasil! Desculpa!